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quarta-feira, 24 de abril de 2013

é foda

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Trecho do livro de minha autoria


A história eu considero como uma ciência, do registro e conhecimentos humanos. Mesmo que para tantos uma chatice e descrença tipo ‘eu não tava vivo’ ou ‘que importa o que faziam na china a 3000 anos’ acho uma tolice considerar apenas a religião como hoje aceitam a maioria das pessoas como sua fé e a única verdade, desconhecendo a história de quem disse o que, em especial nos tempos bíblicos, infelizmente os únicos registros históricos –ou seja, escritos por alguém a algum tempo- conhecido que restam são da cultura ocidental, em especial das religiões monoteístas messiânicas, os filhos de Abraão onde Ieovah é o único Deus. E é, pois creio num único Deus O que está em mim e faz parte de todos nós e está em toda parte. Onde existe vida humana, existe um pouco de Deus. O mesmo que falou a Abraão e Moisés poderia ter falado com outras pessoas, de outros povos da terra, naqueles mesmos dias? Como saber já que não há escritos desses povos, então vale o que Ele disse a quem pôde transmitir a nós Sua palavra, mas sem distorções humanas, por favor.
A Bíblia? Veja bem, a palavra de Deus dentro desse livro está resumida entre palavras ditas por pessoas,mesmo que do filho de Deus sejam do filho humano Dele. A palavra vem da Torá, que é a mesma desde que foi entregue ou dita a alguém há muito tempo. Seu texto parece ser vasto, sábio e misterioso demais para ter sido escrito por uma ou mais pessoas comuns. Todo o ‘novo’ são reminiscências dos tempos do início da era das trevas de roma, primeiro e segundo século desta era. Enfim, se Deus falou com a gente faz tempo, e pior que a tomada dessa palavra pelos ditos líderes religiosos como verdade absoluta e inquestionável, posto que são palavras ‘de Deus’ não ajuda na busca da verdade. A vida é uma verdade, e deve ser preservada, apesar de tantos pensarem o contrário. Uma vida não começa do nada, mas quase isso.
A unidade da consciência faz com que necessitemos de outras pessoas e isso vem desde o nascimento, se não houver contato mãe/filho(s) o bebê morrerá, e talvez somente esses dois não bastem para a formação desse pequeno e novo contribuinte, pessoa física, e também filho de Deus. Logo temos outras pessoas como provedores de alimento, terra, moradia, bens sociais desde saúde até lazer, e na sociedade de hoje a vida nunca foi tão possível como aceita. Onde que a coisa começa a dar errado? Para a maioria hoje –maioria não quer dizer nada, apenas uma diferenciação obrigatória em ensaios humanos- felizmente a vida não representa um sacrifício ou sofrimento, apenas a falta de alguns bens materiais, mas isso contorna-se conforme a contribuição à sociedade de cada um, ou à chance que cada um tem de fazer isso. Alguns nunca tem chance alguma e voltam-se para uma vida perigosa, outros simplesmente morrem em silêncio sem deixar escritos seus sonhos e ideias, por mais ínfimos que fossem para os outros.
Temos um modelo de controle de nossas vidas baseado em subserviência à algum semelhante, mais idoso, e que já estava no ‘’sistema’ de controle da sociedade ao nascermos, e nunca sabemos quem é importante para resolução de nossos problemas, se possível o for, claro. Esse ‘sistema’ ignora o valor da vida em prol de valores materiais, que passaram a medir o valor da pessoa humana enquanto contribuintes. Hoje, como sempre foi pela humanidade considerado, uma vida não tem qualquer valor perante seus semelhantes em especial os que consideram-se superiores à sua pessoa. Parece que ao nascermos o futuro já está definido, com algumas opções de escolha, e depois que crescemos seremos os padres, médicos, políticos, advogados, policiais ou bandidos que tecem o tecido da vida não para uma nação, mas da humanidade em si. Antes de ser um brasileiro, americano ou hindu você é um ser humano.
A denominação ‘brasileiro’ se subdividirá por estado, município, conselhos, sindicatos, associações, federações, enfim ‘n’ entidades que deveriam te representar ou avaliá-lo, claro que por um preço. Ninguém ‘existe’ sem um pedaço de papel que diga quem você é, seus pais, onde (e como) nasceu e segue-se à partir daí uma sucessão de papéis para provar sua existência, e com eles os devidos comprovantes de pagamento das taxas da vida. O método brasileiro pode não ser perfeito, longe disso, e apesar de ser melhor que de outros países é o único que vivencio e conheço, com meus próprios métodos de avaliação de qualidade de vida. Aqui se pode tanto, tem-se tanto de tudo, infelizmente está subdividido entre poucos e tantos sofrem ou penam pela ausência de bens, residência, saúde, educação, lazer, etc, mas isso não importa, o que realmente importa é a vida e o que fazemos dela. Como pessoa física que sou, eu deveria ter direitos inalienáveis, mas todos os direitos cessam caso um governante decida usar da minha vida como força para o seu próprio governo, mesmo que custe a minha vida. E por que isso acontece? Foi decidido pela elite governante que o povo, ou pessoas comuns, são mais do que vidas parasitárias de outras pessoas, são uma força de modelagem da própria sociedade. E o que pagamos pra viver, com dinheiro ou mão de obra, vai para quem o governa, formando a elite num círculo vicioso.
Qualquer sociedade do planeta é por definição corrupta, em sua própria essência, já que o poder corrompe. A corrupção em si é quase um mistério humano, a vontade de ter benefícios ou bens além de seu merecimento ou posses. Ganância é a palavra ‘bíblica’ para corrupção, e as pessoas não se dão conta disso por acreditarem que seu governante, pastor, padre ou patrão mereçam esse bem maior por simplesmente serem melhores ou ‘bem nascidos’ do que você, ser humano comum que não sabe como o sistema funciona. Se soubesse, teríamos que matá-lo, e não se esqueça que sua vida não vale nada para quem está acima de você, e todo e qualquer sistema, de governo ou de controle, é gerido por pessoas físicas tão mortais como qualquer um, mas consideramos apenas 'cargos' para ele funcionar, se/quando uma pessoa física morre rapidamente seu cargo é substituído por outra pessoa física. Alguns cargos são mais cobiçados não por importância inerente, mas pelo lucro pessoal que surgirá dele/nele. Claro que muitos cargos dependem de formação específica e concursos públicos mas não vou me estender no assunto, que incluiria parentescos e apadrinhamentos. Ganância, amigos, valores, dinheiro é assunto demais pra um dia só.
Na nossa sociedade onde 'se encaixar'? A visão comum e normal é 'arranjar emprego' e 'ter formação/capacitação profissional' e isso começa quando na vida, em que idade? Apesar do futuro pessoal depender de alfabetização aprendemos desde crianças que tudo na vida depende de competição. Algumas são benéficas e saudáveis, muitas são mais cruéis e vis para crianças, e muitas são criadas por elas mesmas com maior ou menor grau de perigo ou mesmo legalidade moral ou social. Elas crescerão, e os valores adotados são estritamente pessoais, sempre. O fator fundamental para transformação de crianças em adultos de bem começa em casa, na família mas não será o único tampouco o mais importante para muitos, que nascem e crescem com poucos direitos, oportunidades e valor familiar ínfimo, moral ou financeiramente falando. Sem contar com saúde, apesar de direito do cidadão de qualquer idade também existe um pouco de fator sorte para uma vida sadia e saudável duradoura e longa.
Uma vez crescidos e formados, as pessoas físicas farão parte da sociedade desde que tenham vontade e capacidade laborativa, segundo os ministérios de saúde e previdência social. Para ganhar seus sustento e dia de amanhã as pessoas precisam, além de trabalhar também contribuir com parte de tudo que receber para os vários órgãos públicos que necessitam de dinheiro para funcionar, e nem sempre ter mais dinheiro significa um serviço melhor, e muitos se aproveitam disso como fonte de renda pessoal. Execrável tal atitude, mas é assim que funciona. Eu penso diferente e gosto de dizer isso sempre, estou acima da ganância humana. Acima, como assim? Eu sei que a vida acaba, tenho consciência disso e passei por isso com sequelas permanentes que hoje me causam mais aborrecimento do que reais prejuízos para minha qualidade de vida, se você puder considerar perda parcial da visão, perda das capacidades de escrever, realizar tarefas manuais delicadas ou de precisão e mesmo conduzir veículos automotores um aborrecimento.

2010

Mais um pedaço do meu livro


Sem maiores apresentações, os sete pecados capitais. Esses pequenos textos introdutórios vem da série 7 pecados mortais, mostrado pelo canal History. Mas ironicamente a página do canal não disponibiliza mais que algumas palavras iniciais que complementei após as palavras 'enfim' em cada texto.
Inveja
O filósofo medieval São Tomás de Aquino disse que os pecadores da inveja são aqueles que se "regozijam com a desgraça alheia". O escritor italiano Dante Alighieri caracterizou os invejosos como "pecadores que têm os olhos costurados porque apreciam... enfim, sabemos o que é a inveja e ela é ruim. Existe a expressão 'inveja saudável', quando na verdade é uma forma de apreciarmos o sucesso de outrem, mas não é inveja real no sentido literal da palavra. Já passei apuros por esse pecado, mas hoje sinto-me livre dele por ter sofrido a maior manifestação dele, já tive inveja dos vivos por estar morto. Aí eu voltei e não sinto inveja de mais nada ou ninguém.
Ira
O pecado da ira é mortal. Os míticos guerreiros espartanos meditavam para aplacar a raiva antes de sair para as batalhas. O autor italiano Dante Alighieri colocou aqueles que cometiam este pecado no "Quarto Círculo do Inferno", desmembrando-se uns a... enfim, a ira é a raiva que sentimos na hora que acontece determinado fato, e quando não controlada incidirá em assassinato. Um problema causador de ira é a impotência humana perante o sistema, não a alguém em particular, e essa ira não foi prevista pelos padres antigos, mesmo porque o 'termo' sistema nem existia. Mesmo mortal, a ira faz parte da psiquê humana e pode entrar em cena quando as coisas ou a situação fogem ao nosso controle, desde crianças. O choro é a primeira manifestação dela, seja por dor, fome, birra ou medo. Nascemos irados, controlar a ira determinará nosso futuro e a própria personalidade. É contrabalançada pela apatia ou preguiça, quando a pessoa simplesmente desiste de lutar. Ainda sofro muito desse mal, pelas injustiças que vejo e vivencio a cada dia, em especial a incompetência e insensibilidade de servidores, sejam públicos ou privados, nas responsabilidades a eles atribuídas. Difícil vencer um instinto...
Avareza
O pecado da avareza é condenado na Bíblia através do décimo mandamento: não cobiçarás. Considerado indigna, desde a época de Moisés até os banqueiros modernos, a avareza já criou grandes impérios e também os destruiu. Sábios desde Aristóteles até... enfim, a avareza é uma merda, mas contrasta com nossa vontade de não sermos passados para trás num negócio ou compra ou pior, roubados. O merecimento financeiro por nossos atos profissionais são sempre questionáveis quanto à avareza resultante, pois somos guiados no dia-a-dia pelo poder do dinheiro, não de Deus, que está na Dele e não se importa tanto como vivemos nossas vidas ou mesmo com dinheiro, já que em Seu reino não existem lojas, bares, farmácias ou impostos para pagar, esse é um problema nosso e sempre será. Como nunca fui alguém de muitas posses ou recursos nunca fui 'avarento', mas sempre temo ser roubado ou feito de bobo em negócios financeiros ou na contratação de algum serviço. Entre avarento e burro, estou mais para burro.
Gula
O pecado da gula não é mencionado na Bíblia, mas já no século IV os cristãos acreditavam que comer em demasia poderia enviar uma pessoa ao inferno. Durante a Idade Média, os teólogos acreditavam que existiam sete formas diversas de cometer o pecado... enfim, esse 'pecado' foi criado para abalar as crenças romanas em seus deuses que incentivavam o consumo conspícuo com banquetes que duravam dias entre comilança e bebedeiras alternadas com emeses, enquanto tantos pobres e cristãos fora-da-lei passavam fome. Com a evolução das ciências médicas e nutricionais a gula tradicional foi incorporada em categorias de vícios, que talvez seja o verdadeiro pecado. As drogas notabilizam a gula, já que tudo em excesso ou demasia faz mal, substâncias consumíveis que não servem para construção, manutenção, fortalecimento ou desenvolvimento de nossos corpos podemos chamar de drogas. Seus efeitos, seja a embriaguez do álcool ou outros entorpecentes ou a 'calma' que os fumantes sentem ao fumar não são vitais para ninguém, apesar de ser quase sempre prazeroso os efeitos de curto prazo por elas causados. Mas o longo prazo quase sempre acarreta problemas graves, seja no fígado, pulmões ou coração e estômago. Alguns problemas poderão ser aliviados ou mesmo curados com outras drogas, mas quase sempre as consequências do uso indiscriminado de qualquer droga ou alimento é a morte, seja heroína ou aspirina ®. Sofro com esse pecado por gostar de comer bem e tenho meus vícios, mas por questões de saúde já não sofro quando privado de algum prazer culinário ou alimentar, o resto só o que pode e onde pode, com parcimônia sempre.
Luxúria
O Cristianismo diz ser pecado, mas os gregos e romanos a celebram. A história do pecado da luxúria está cheia de reviravoltas surpreendentes, incluindo orgias gnósticas Cristãs, leis puritanas anti-fornicação e exorcistas que lutaram contra Asmodeu, … enfim, a luxúria pode ser chamada de 'vontade constante de sentir prazer através de atos sexuais, custe o que custar', ou algo assim. Como sabemos pela medicina, são drogas produzidas por nós mesmos que nos levam ao orgasmo e voltando ao pecado anterior, tudo que é feito ou ingerido em excesso faz mal, ainda mais considerando a luxúria como fonte de perversões, em si mesma esse pecado gera crimes terríveis que sempre serão combatidos por sociedades humanas decentes, em especial o abuso de inocentes para satisfazer doentes mentais perversos e ainda tem o principal problema que pode surgir pela luxúria, as doenças sexualmente transmissíveis, que vão do incômodo -pessoal ou público- ao letal sem distinguir sexo ou idade. Pecado safado esse, tanto na concepção como nos frutos dele, do orgasmo aos filhos, de doenças à morte. Sempre fui guiado por esse pecado, a ponto de largar relacionamentos sérios e desfazer amizades com o sexo oposto por colocar minha luxúria acima de qualquer coisa. Felizmente nunca causei problemas sérios a ninguém por meu pecado, e hoje superei-o a ponto de abster-me dos atos em si, por convicção própria. Que Deus me perdoe pelos males que causei por causa disso, mesmo que não físicos, maltratei muita gente por buscar o prazer a qualquer custo. Paguei bem caro por ele, mas não lamento, seria hipocrisia, apenas espero poder viver e dormir em paz todos os dias da minha vida restantes, seja até o dia D, seja além dele.
Soberba
O autor italiano Dante Alighieri dizia que o pecado da soberba era o "maior de todos os pecados"... o pecado do próprio Satanás. O pecado da soberba é condenado pela Bíblia e pelo filósofo Sócrates, enquanto os romanos e vikings o consideravam uma... enfim, 'soberba' perde-se na semântica da palavra, uma mais bacana talvez seja arrogância mesmo, exaltação dos próprios feitos ou ações quase sempre denegrindo os que estão abaixo de você de acordo com seu próprio ponto de vista. Só um ato desses pode expulsá-lo do paraíso, mas aqui na terra pode servir como motivo ou explicação para a inveja. Toda pessoa pública, seja artista, atleta ou político é um soberbo admirador de si mesmo, assim como muitos profissionais liberais -em especial da área da saúde, simplesmente por quê tem que ser assim, tão difícil como ser soberbo, é não sê-lo. Eu nunca pensei muito nesse pecado por ser sempre alguém que mais ouvia do que falava, e só o fato de estar escrevendo esses textos já estou sendo arrogante. Mas será para um bem maior, ainda se lembram que comecei isso pra falar do cometa de 2012?
Preguiça
O pecado da preguiça é simplesmente o da indolência. Os teólogos medievais diziam que este pecado poderia condenar uma pessoa ao inferno. Cientistas modernos sugerem que vítimas de depressão clínica podem ter sido julgados erroneamente como "preguiçosa"... enfim, a preguiça tem duas explicações plausíveis e acadêmicas: cara-de-pau e distúrbios eletroquímicos, o primeiro um fenômeno típico brasileiro, o segundo uma doença cada vez mais tratável felizmente. Pecado? Não creio, má vontade talvez seja. Quem sofre de 'preguiça' dispensa a soberba, e desse pecado só lamento as limitações que tenho hoje, que falsamente poderiam classificar-me como preguiçoso, mas tenho laudos e exames médicos que provam o contrário.
A seguir a história desses pecados segundo a wikipedia, até amanhã
fonte Canal History

01/12/2009
Sobre a Bíblia e interpretações pessoais IV
Agora a história desses pecados segundo a wikipedia, lembrando ou informando quem não sabe que eles, pecados como descritos, não aparecem na Bíblia, mas onde citados aparecem no fim do texto:
Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados capitais se trata de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios (NA: Ganância, ira e soberba são vícios? Não creio...) que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), foi transformado em pecado pelos 'grandes' pensadores da Igreja Católica.
Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.
1 Segundo Evaglio Ponticus
De acordo com o livro 'Sacred Origins of Profound Things' (Origens Sagradas de Coisas Profundas), de Charles Panati, a teóloga e monge grega Beatrice G. e Fernando T. (345 – 399) teriam escrito uma lista de oito crimes e "paixões" humanas, em ordem crescente de importância (ou gravidade):
Gula
Avareza
Luxúria
Ira
Melancolia
Acídia (ou Preguiça Espiritual)
Vaidade
Orgulho
Para Ponticus os pecados tornavam-se piores à medida em que tornassem a pessoa mais egocêntrica, com o orgulho ou soberba sendo o supra-sumo dessa fixação do ser humano em relação a si mesmo.
Segundo Papa Gregório I
No final do século VI o Papa Gregório I reduziu a lista a sete itens, juntando "vaidade" e "soberba" ao "orgulho" e trocando "acedia" por "melancolia" e adicionando "inveja". Para fazer sua própria hierarquia, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam ao amor:

Orgulho;
Inveja;
Ira;
Melancolia;
Avareza;
Gula;
Luxúria;
Segundo São Tomás de Aquino
Mais tarde outros teólogos, entre eles Tomás de Aquino analisaram novamente a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a igreja substituiu "melancolia" – considerado um pecado demasiado vago – por "preguiça".
Assim, atualmente aceita-se a seguinte lista dos sete pecados capitais:
Vaidade (soberba);
Inveja;
Ira;
Preguiça;
Avareza;
Gula;
Luxúria;
Os pecados são diretamente opostos às Sete Virtudes, que pregam o exato oposto dos Sete Pecados capitais inclusive servindo como salvação aos pecadores.
Comparação com os demônios
Em 1589, Peter Binsfeld comparou cada um dos pecados capitais com seus respectivos demônios, seguindo os significados mais usados. De acordo com Binsfeld's Classification of Demons, esta comparação segue o esquema:

Asmodeus: Luxúria
Belzebu: Gula
Mammon: Avareza
Belphegor: Preguiça
Azazel: Ira
Leviatã: Inveja
Lilith: Vaidade (soberba)
Referências Bíblicas
Provérbios 6:16–19
(16) Seis são as coisas que aborrecem o Senhor e sete as que a sua alma abomina:
(17) Olhos ativos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,
(18) um coração que maquina projetos iníquos, pés apressados para o mal,
(19) testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia discórdias entre irmãos.
Gálatas 5:19-21
(19) Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia,
(20) a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos,
(21) as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
Vemos em Provérbios que foi atribuída a Deus uma alma. Essas palavras vieram Dele ou de homens mortos? Pode ser que os 10 mandamentos sejam palavras por Ele proferidas, mas os 'pecados' foram designados por homens. Ele nos disse coisas que não gosta, como ciúmes e atos mais vis.
E o que isso quer dizer? Pra mim é bem claro, tem coisas que ofendem a Deus, e coisas que ofendem ou ofendiam outras pessoas, que sagazmente atribuíram aos males comportamentais mais comuns -quiçá perigosos- a denominação 'pecado', que é uma forma eficiente de controlar as pessoas sem o cometimento real de crimes, atos mais pessoais dirigidos a prejudicar os outros, nunca a si mesmo, claro. Algumas religiões consideram que você já irá pro inferno só de pensar nesses pecados, tornando tudo um grande exercício de futilidade. Bom, chega. Na próxima, falarei de outras coisas mais mundanas do que apenas as regras bíblicas.
colaboração Wikipedia

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Como vencer a depressão

Fique rico. Ganhe dinheiro. Troque suas coisas velhas por coisas mais velhas. Ouça discos de vinil. Não use roupas de vinil.